Olá meninas, resolvi falar sobre esse assunto pois além de achar importante, não encontrei muitas informações quando fui procurar.
O post vai ser longo e vou dividi-lo em 2, pois o primeiro será sobre alguns aspectos das pílulas anticoncepcionais e sobre a pesquisa sobre o DIU, a segunda parte será a parte prática,quando eu colocar (se algum médico permitir rss).
Como a maioria das mulheres, faço uso de pílula desde novinha (uns 18 anos), portanto são 7 anos de uso ininterrupto de HORMÔNIO SINTÉTICO, e tão sintético quanto o GH, testosterona, usados como esteroides e que a sociedade inteira discrimina.
De uns tempos para cá comecei a pensar mais sobre o assunto e resolvi ler a bula da pílula, e fiquei APAVORADA com as informações contidas ali (já deixei de fazer tratamento com remédios, quando li suas respectivas bulas).
Vou listar algumas coisas ruins:
-aumento de duas a três a vezes no risco de ter trombose venosa;
- risco de derrame cerebral e o de infarto do miocárdio que aumentam de duas a três vezes;
- risco de carcinomas ovarianos ou endometriais.
Foi relacionado pela Organização Mundial da Saúde como potencialmente cancerígeno (da mesma classe do cigarro).
Agora estéticos:
- flacidez;
- diminuição do tônus muscular;
- celulite;
- gordura localizada e ganho de peso;
Annnnnd, diminuição da libido...
- diminuição do tônus muscular;
- celulite;
- gordura localizada e ganho de peso;
Annnnnd, diminuição da libido...
De que forma isso acontece? Simples, a pílula é composta por estrogênio e progesterona (hormônios femininos) o que acarretará uma queda drástica do nível de testosterona (mulher também produz em quantidade baixa). Então se já temos pouco, o uso da pílula vai diminuir ou acabar com a sua testosterona. Então, a pílula deixa a mulher em um estado de menopausa química, onde não produz mais hormônios, ingerindo-os na forma sintética.
Então quando li a bula, comecei a pensar 'espera aí, não deve ser bom tomar esse treco pro resto da vida né'. Fiquei mais perplexa ainda, tendo conhecimento que muitas meninas novas, fazem uso para diminuir espinhas, para engordar ('ganhar corpo'). Qualquer pessoa vai lá na farmácia e compra sem prescrição, sem nada, seu uso é totalmente banalizado.
Então eu decidi que queria parar de tomar, e comecei a pensar em outro método contraceptivo..
Cheguei então no DIU (Dispositivo Intra-ulterino)
O que é o DIU?
É um dispositivo de plástico em forma de T, que pode ser revestido por cobre ou progesterona. Deve ser coloca por um médico ginecologista, uma vez colocado poderá permanecer no útero por até 5 anos, porém pode ser tirado a qualquer momento, e não necessita de pausa para menstruação. É um método muito confiável, com índices de gravidez parecidos com os da pílula.
A quantidade de cobre ou progesterona liberada pelo DIU é baixa e fica restrita ao útero, havendo absorção mínima na corrente sanguínea.
Como o DIU age?
O DIU exerce seu efeito anticoncepcional de várias formas:
-Alterações no muco cervical (muco do útero), estimuladas pelo cobre ou pela progesterona, que inibem a mobilidade dos espermatozoides, dificultando a sua chegada ao óvulo.
Então fiz todos os exames que inclui mais ou menos todos os exames de doenças sexualmente transmissíveis (HIV, HPV, Sífilis, Gonorréiab etc), de clamídea (um dos mais importantes) ultrassom transvaginal... E como eu não aceito um não, fui em outra ginecologista que me falou tudo ao contrário, que indica sim uso de DIU pra quem não tem filhos, mas que segue um protocolo rígido, que tem que avaliar a situação etc.Realmente o uso do DIU pode aumentar o risco de infecções, mas isso não quer dizer que você terá um infecção e automaticamente vai estar infértil, tudo depende também do seu cuidado, em fazer exames periódicos, quando sentir algo diferente ir no médico, enfim não ser negligente.
Mas como tudo na vida tem um preço, essa ginecologista não coloca DIU pela unimed, então fica um custo de R$600,00 apenas para a colocação. E mais o DIU que custa em torno de R$100,00 (o de cobre, com hormônio é mais caro).
E como eu não desisto nunca, marquei outro médico da UNIMED para tentar a sorte com ele, se ele não quiser vou desembolsar o dinheiro, que a primeira vista parece ser caro mas pegar o valor de R$700,00 (DIU+colocação) e dividir por 60 (quantidade de meses que você pode ficar com o DIU, 5 anos) dá um valor aproximado de R$11,60, a pílula que tomo é 3x mais cara que isso, então a longo prazo além de uma alternativa saudável, se torna mais econômica.
O que é o DIU?
É um dispositivo de plástico em forma de T, que pode ser revestido por cobre ou progesterona. Deve ser coloca por um médico ginecologista, uma vez colocado poderá permanecer no útero por até 5 anos, porém pode ser tirado a qualquer momento, e não necessita de pausa para menstruação. É um método muito confiável, com índices de gravidez parecidos com os da pílula.
A quantidade de cobre ou progesterona liberada pelo DIU é baixa e fica restrita ao útero, havendo absorção mínima na corrente sanguínea.
Como o DIU age?
O DIU exerce seu efeito anticoncepcional de várias formas:
-Alterações no muco cervical (muco do útero), estimuladas pelo cobre ou pela progesterona, que inibem a mobilidade dos espermatozoides, dificultando a sua chegada ao óvulo.
– Irritação crônica do endométrio (parede do útero) e das trompas de Falópio, que têm efeitos espermicidas, inibem a fertilização e a implantação do ovo no útero.
– Atrofia e adelgaçamento glandular do endométrio, que inibe a implantação do ovo ao útero.
– Efeitos diretos no ovo, impedindo sua evolução para embrião.
O DIU, portanto, age inicialmente impedindo o encontro do espermatozoide com o óvulo. Caso o haja falha nesta parte, o DIU também atrapalha o processo de fecundação do óvulo. Se também houver falha nesta fase, o DIU consegue impedir que o ovo fecundado evolua ou se implante no útero. É exatamente por agir em mais de uma fase do processo de geração da gravidez, que ele é um método contraceptivo tão eficaz.
Quem pode usar o DIU? Todas as mulheres podem se beneficiar do uso do DIU, no entanto é necessário alguns cuidados e critérios, que seu ginecologista deve avaliar antes de indica-lo a você.
-Mulheres que desejam um contraceptivo de longa duração e que não precise lembrar todos os dias ou meses;
-Que desejam um método reversível, mas sem graves efeitos colaterais como os da pílula;
-O DIU previne a gravidez, mas não tem nenhuma ação contra as doenças sexualmente transmissíveis, por isso, não é o melhor método, pelo menos não isoladamente, para mulheres que terão múltiplos parceiro sexuais nos próximos anos. A presença de uma DST é indicação para remoção imediata do DIU, por conta do risco de complicações.
Contra-indicações
-Anormalidades anatômicas do útero;
-Infecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite, cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clamídia não podem utilizar o DIU até que estejam plenamente curadas por, pelo menos, 3 meses.
– Gravidez presente ou suspeita: mulheres grávidas não podem usar DIU, pois há elevado risco de aborto.
– Câncer uterino: mulheres com câncer do endométrio ou do colo do útero não devem utilizar o DIU.
– Sangramento ginecológico de origem não esclarecida: antes da implantação do DIU, qualquer sangramento anormal deve ser investigado.
– Alergia ao cobre: mulheres com alergia conhecida ao cobre não devem utilizar o DIU revestido por este metal.
A consulta:
A ginecologista perguntou o que eu queria e falei: 'Quero colocar DIU de cobre', então ela começou a fazer perguntas em uma delas: 'Você tem filhos?', respondi que não, ai ela já disse hummm, então o DIU não é indicado para você, perguntei porque. Ela disse que há um 'acordo' entre os médicos de não colocar DIU em mulheres que nunca tiveram filhos, pois o DIU pode deixar a mulher infértil. Pensei: 'Eu não estou ouvindo isso de uma ginecologista né? Mas dei um desconto, porque ela é bem velhinha sabe, deve ter os conceitos médicos ultrapassados como muitos. Mas eu não desisti disse que queria colocar mesmo assim, ela então me passou VÁRIOS exames e disse que provavelmente a UNIMED não pagaria a colocação.
Então fiz todos os exames que inclui mais ou menos todos os exames de doenças sexualmente transmissíveis (HIV, HPV, Sífilis, Gonorréiab etc), de clamídea (um dos mais importantes) ultrassom transvaginal... E como eu não aceito um não, fui em outra ginecologista que me falou tudo ao contrário, que indica sim uso de DIU pra quem não tem filhos, mas que segue um protocolo rígido, que tem que avaliar a situação etc.Realmente o uso do DIU pode aumentar o risco de infecções, mas isso não quer dizer que você terá um infecção e automaticamente vai estar infértil, tudo depende também do seu cuidado, em fazer exames periódicos, quando sentir algo diferente ir no médico, enfim não ser negligente.
Mas como tudo na vida tem um preço, essa ginecologista não coloca DIU pela unimed, então fica um custo de R$600,00 apenas para a colocação. E mais o DIU que custa em torno de R$100,00 (o de cobre, com hormônio é mais caro).
Aguardem os próximos capítulos...
Fontes:
http://www.drvictorsorrentino.com.br/mais-um-problema-das-pilulas-anticoncepcionais-varias-geracoes-de-mulheres-que-nunca-saberao-como-sao-suas-verdadeiras-libidos/
http://www.mdsaude.com/2014/06/diu-mirena.html
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